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Esta disciplina requer habilidades primariamente na água, exigindo força, resistência, flexibilidade, arte e sincronismo preciso, para além do controle da respiração quando em posição invertida com a cabeça de baixo de água.

A origem da disciplina enquanto desporto remonta ao início do século XX no Canadá, e enquanto desporto tem sido exclusivamente disputado por mulheres, embora recentemente tenham surgido homens a iniciar a prática desportiva na disciplina.

Foi somente em 1968 que a FINA reconheceu a Natação Sincronizada como uma disciplina aquática, a par da natação pura, saltos para a água e polo aquático.

Somente em 1984 o Comité Olímpico Internacional incorpora a Natação Sincronizada como uma modalidade olímpica, ainda que somente com solos e duetos até 1992.

Em 1996 somente fez parte do programa olímpico as provas por equipas, mas em Sydney2000 os solos e duetos voltaram ao programa junto com as competições por equipas, e permanecem até hoje.

Em Portugal a Federação Portuguesa de Natação tem desenvolvido um plano de desenvolvimento de Seleções Nacionais, contudo tem-se mostrado difícil de surgirem novos polos de desenvolvimento ao nível da formação para que seja dado o salto quantitativo e qualitativo.

A Associação de Natação de Lisboa criou em 2015 uma competição inovadora em território nacional, denominado LisboaSyncro. Após dois eventos de sucesso, a ANL viu-se forçada a cancelar a sua realização em 2017 e 2018 dadas as dificuldades encontradas em termos de calendário pelos planos de treinos, estágios e competições internacionais das seleções nacionais.